Portuguese Abstract Translations : Implant Dentistry

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Implant Dentistry 28(6):p e119-e122, December 2019. | DOI: 10.1097/ID.0000000000000953
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Avaliação de parâmetros de risco na regeneração do osso usando-se uma malha de titânio sob medida—resultados de um estudo clínico

AUTOR(ES): Amely Hartmann Cirurgiã-Dentista, Helmut Hildebrandt, Médico, Cirurgião-Dentista, Jörg Schmohl, Médico, Peer W. Kämmerer Médico, Cirurgião-Dentista, PhD, MA

RESUMO: Objetivo: O objetivo do estudo era uma avaliação de fatores de risco de uma técnica inovadora de regeneração do osso usando-se uma malha de titânio sob medida que foi testada num ambiente clínico. Materiais e Métodos: Este estudo retrospectivo incluiu 65 pacientes com 70 procedimentos de enxertamento de defeitos ósseos das mandíbulas com uma malha de titânio sob medida junto a Fibrina (A®- e I®-PRF) Avançada® e Injetável® Rica em Plaquetas, membranas reabsorvíveis e materiais de enxertamento de osso. Exposições das malhas e o resultado do enxertamento foram analisados de acordo com um classificações modernas como (A) pontual, (B) largura do dente ou exposição completa da malha (C). Nenhuma exposição foi declarada como (D). Resultados: Em 37% dos casos, ocorreram exposições das malhas significativamente associadas à perda do material enxertado (p<0,001). Descobriu-se que o uso de tabaco (p=0,032) e procedimentos de exertamento junto a técnicas simultâneas de elevação do assoalho da cavidade (p=0,001) são fatores de risco para o sucesso do material enxertado. A colocação do implante não foi possível em apenas 2 casos. Conclusão: Os resultados deste estudo verificaram o tratamento de grandes defeitos com uma malha de titânio sob medida como protocolo útil com um resultado previsível, mesmo em casos de deiscência.

PALAVRAS-CHAVE: regeneração do osso, exposições, classificação, Fibrina Rica em Plaquetas

Elevação do assoalho da cavidade e cura da antrostomia: um estudo clínico histomorfométrico em humanos

AUTOR(ES): Kazushige Tanaka, Cirurgião-Dentista, Giovanna Iezzi, Cirurgiã-Dentista, PhD, Adriano Piattelli, Médico, Cirurgião-Dentista, DrHC, Mauro Ferri, Cirurgião-Dentista, Natalia Fortich Mesa, Cirurgiã-Dentista, Mestre em Ciência, Karol Alí Apaza Alccayhuaman Cirurgião-Dentista, Daniele Botticelli, BMBD, PhD

RESUMO: Objetivos: Comparar os resultados histomorfométricos de biópsias coletadas da antrostomia e da crista alveolar da cavidade maxilar após procedimento de elevação da cavidade maxilar. Material e Métodos: Em doze voluntários, a elevação do assoalho da cavidade foi realizada usando-se osso porcino córtico-esponjoso colagenado. Nove meses após a cirurgia, duas biópsias, uma da crista alveolar e uma da antrostomia, foram coletadas para análise histológica. Resultados: Biópsias de 11 pacientes estavam disponíveis para análises histológicas (n=11). Nos locais da crista alveolar, as porcentagens de osso mineralizado foram 40,1±14.1%, da medula óssea foram 40,1±18,0%, e do xenoenxerto foram 14,7±15,2%. Pequenas quantidades de tecido mole foram encontradas. Nos locais de antrostomia, as porcentagens de osso mineralizado foram 26,0±10,8%, 23,4±17,0% e 28,2±15,7%, respectivamente. O tecido mole foi representado por 19,7±19,4%. Conclusão: Quantidades mais altas de osso mineralizado e medula óssea foram encontradas na crista alveolar em comparação com a antrostomia.

PALAVRAS-CHAVE: Cura do osso; substituto do osso; xenoenxerto.

O efeito de um suporte por vez sobre a perda de osso marginal em torno de implantes colocados no osso curado: uma revisão sistemática de estudos humanos

AUTOR(ES): Vittoria Perrotti Cirurgiã-Dentista, PhD, Daniel Zhang, Doutor em Medicina Dentária, Andrew Liang Doutor em Medicina Dentária, Jonathan Wang Doutor em Medicina Dentária, Alessandro Quaranta Cirurgião-Dentista, PhD

RESUMO: Objetivos: O objetivo principal do presente artigo era revisar o efeito e o significado clínico da desconexão e reconexão do suporte nos níveis de osso marginal de peri-implante. Materiais e Métodos: Artigos em inglês publicados de 2009 até abril de 2019 foram identificados nas bases de dados MEDLINE, Cochrane Library e PubMed, de acordo com as diretrizes PRISMA. Estudos comparativos in vivo em humanos foram incluídos. Resultados: Um total de 4 estudos com diferentes níveis de viés foi incluído nesta revisão. Foi observada uma heterogeneidade significativa dos dados que limitava a comparação dos achados. O único parâmetro homogêneo através de todos os 4 estudos foi a medição do nível do osso marginal. Conclusão: Dentro das limitações da presente revisão, pode-se sugerir que minimizar o número de desconexões e reconexões de suportes seria benéfico para garantir disfunção mínima do tecido de peri-implante e do nível do osso marginal. Contudo, o significado clínico das alterações no nível do osso marginal ainda é inconclusivo.

PALAVRAS-CHAVE: Nível do osso; reabsorção do osso da crista; conexão implante-suporte; tecido de peri-implante.

Acompanhamento de quinze anos de implantes dentários curtos na mandíbula completamente desdentada: cura submersa versus não submersa

AUTOR(ES): Eduardo Anitua, Médico, Cirurgião-Dentista, PhD, Mohammad Hamdan Alkhraisat, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência, PhD

RESUMO: Objetivo: Implantes curtos são uma alternativa minimamente invasiva no tratamento da atrofia do osso alveolar. Este estudo visava avaliar a influência da abordagem cirúrgica (de um estágio versus de dois estágios) na sobrevivência de 15 anos e perda de osso marginal de implantes curtos numa dentadura completa fixa. Materiais e Métodos: Foi realizado um estudo clínico retrospectivo numa clínica dentária privada única que incluiu implantes curtos colocados entre janeiro de 2001 e dezembro de 2002. Resultados: Quarenta e um implantes curtos suportaram 18 dentaduras completas retidas por parafusos. O tempo de acompanhamento médio foi 15 ± 3 anos. A abordagem cirúrgica (de um estágio versus de dois estágios) não afetou significativamente a sobrevivência do implante e a perda do osso marginal. A taxa de sobrevivência do implante foi 90,2%. Conclusões: Implantes dentários curtos poderiam ser previsivelmente indicados para suportar dentaduras completas fixas. Os implantes poderiam ser colocados através de uma cirurgia de um ou dois estágios.

PALAVRAS-CHAVE: implante curto; sobrevivência do implante; perda de osso marginal; cura submersa; de longo prazo

Estabilidade química e atividade antimicrobiana da Camada de Silicato de Cálcio Incorporada a Óxido de Cério pulverizado com plasma em implantes dentários

AUTOR(ES): Shengcai Qi, PhD, Cirurgião-Dentista, Jinjin Wu, Médico, Cirurgião-Dentista, Yiwen Xu, Médico, Cirurigão-Dentista, Yiming Zhang, PhD, Cirurgião-Dentista, Raorao Wang, PhD, Cirurgião-Dentista, Kai Li, PhD, Yuanzhi Xu, PhD, Cirurgião-Dentista

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo é investigar a atividade biológica e a propriedade antibacteriana de revestimentos de silicato de cálcio incorporados a óxido de cério (CeO2-CS) em implantes dentários. Materiais e Métodos: Neste estudo, células MC3T3-E1 cultivadas no plástico, Ti–6Al–4V e o revestimento da camada de silicato de cálcio incorporada a óxido de cério (CeO2-CS) serviram como grupos em branco, de controle e CeO2-CS. Um Kit-8 (CCK-8) de contagem de células e citometria de fluxo foram usados para avaliar a biocompatibilidade. A diferenciação osteoblástica das células MC3T3-E1 também foi analisada por análise PCR (RT-PCR) quantitativa em tempo real. O CCK-8 e contagens de unidades formadoras de colônias (CFU) foram usados para detectar a atividade antibacteriana do revestimento em Enterococcus faecalis. O estudo mostrou que o revestimento da camada de silicato de cálcio incorporado em óxido de cério (CeO2-CS) tem melhor biocompatibilidade. Enquanto isso, os níveis de expressão ALP, OCN e BSP mRNA no grupo CeO2-CS foram significativamente regulados para cima (p<0,05). O número de bactérias viáveis e os resultados de CFU foram significativamente reduzidos no grupo CeO2-CS (p<0,05). Conclusão: Os revestimentos da camada de silicato de cálcio incorporados a óxido de cério (CeO2-CS) podem promover a diferenciação osteoblástica dos osteoblastos. Ao mesmo tempo, o revestimento da camada de silicato de cálcio incorporada a óxido de cério (CeO2-CS) mostrou forte atividade antimicrobiana em Enterococcus faecalis, com boa biocompatibilidade.

PALAVRAS-CHAVE: CeO2; Atividade antibacteriana; Enterococcus faecalis

Precisão da cirurgia de implante baseada em template guiada por computador: um estudo de acompanhamento clínico baseado em tomografia computadorizada

AUTOR(ES): Tobias Schelbert, Doutor em Medicina Dentária, Thomas Gander, Médico, Doutor em Medicina Dentária, Michael Blumer, Médico, Doutor em Medicina Dentária, Ronald Jung, Doutor em Medicina Dentária, Martin Rücker, Médico, Doutor em Medicina Dentária, Claudio Rostetter, Médico, Doutor em Medicina Dentária

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo clínico era analisar a precisão da cirurgia de implante guiada por computador. Materiais e Métodos: Com o auxílio de software de planejamento baseado em tomografia computadorizada (CT) e templates navegacionais, 16 pacientes receberam com sucesso 26 implantes dentários. Cada parâmetro do implante (a-d) foi calculado com base em varreduras de CT (CBCT) de feixe cônico pré e pós-operatórias sobrepostas (CBCT); a) desvio no ponto de entrada; b) desvio no ápice; c) desvio angular; d) desvio da profundidade. Resultados: O desvio central médio no ponto de entrada do implante e ápice foi 0,91 mm (SE = 0,11 mm; 95% CI: 0,69-1,13) e 1,22 mm (SE = 0,11 mm; 95% CI: 0,99-1,45) respectivamente. O desvio de angulação médio foi 4,11 graus (SE = 0,52 graus; 95% CI: 3,04-5,17) e o desvio de profundidade médio foi 0,65 mm (SE = 0,11 mm; 95% CI: 0,42-0,87). Para o número total de implantes colocados, o erro máximo foi 2,34 mm no ponto de entrada, 2,71 mm no ápice, 9,44 graus no desvio angular e 2,00 mm no desvio da profundidade. Conclusão: Grande precisão foi alcançada, mesmo em casos avançados com aumento prévio do osso e traumas complexos. Isso leva à conclusão de que particularmente em casos avançados a implantação guiada por computador pode ser benéfica.

PALAVRAS-CHAVE: guiado por template, aumento do osso, auxiliado por computador, tomografia computadorizada de feixe cônico

Aumento Indireto da Cavidade com e sem o Acréscimo de um Material Biológico: um Ensaio Clínico Controlado Randomizado

AUTOR(ES): Hai Anh Trinh, Cirurgião-Dentista, Van Viet Dam, Cirurgião-Dentista, PhD, Bach Le, Cirurgião-Dentista, Médico, Pisha Pittayapat, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência, PhD, Pasutha Thunyakitpisal, Cirurgião-Dentista, PhD

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo era comparar os resultados do aumento indireto da cavidade com e sem o acréscimo de um material biológico. Materiais e Métodos: Trinta pacientes com idades entre 40-60 anos participaram deste ensaio clínico controlado randomizado. Após operação fechada de elevação da cavidade, os pacientes foram aleatória e igualmente divididos em grupos de enxerto de controle de coágulo sanguíneo e de esponja de acemanana. A colocação de implante foi então realizada simultaneamente. Tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) foi realizada imediatamente, 3 e 6 meses após a operação. A formação de osso foi avaliada pela porcentagem de ganho de osso endocavidade em torno do implante. Resultados: Em comparação com o grupo de controle, o grupo tratado com acemanana teve uma porcentagem de ganho de osso endocavidade radiográfica significativamente maior, de aproximadamente 2,4 e 2 vezes aos 3 e 6 meses pós-cirurgia, respectivamente (p<0,05). Conclusão: O acréscimo de um material biológico (Acemanana) com aumento indireto da cavidade e colocação simultânea de implante realça a formação de osso aos 3 e 6 meses pós-cirurgia.

PALAVRAS-CHAVE: esponjas de acemanana, formação de osso, substituto do osso, aumento da cavidade.

Resultados de longo prazo da reabilitação suportada por implante dentário de pacientes periodontalmente comprometidos e tratados recusando terapias cirúrgicas de enxertamento de osso

AUTOR(ES): Renzo Guarnieri Médico, Cirurgião-Dentista, Stefano Ippoliti Cirurgião-Dentista

RESUMO: Objetivo: Avaliar a incidência de longo prazo de complicações em dentes pilares e implantes dentários, em pacientes periodontalmente tratados e mantidos, recusando terapias cirúrgicas de enxertamento de dente, reabilitados com próteses recuperáveis de arco completo retidas por telescópio (TRP) e próteses fixas de arco completo (FP), ambas suportadas pela combinação dentes-implantes. Materiais e Métodos: Após terapia periodontal ativa, 18 pacientes foram reabilitados com TRPs de arco completo, enquanto 17 pacientes foram reabilitados com FPs de arco completo. Os pacientes foram avaliados anualmente em busca de complicações técnicas e/ou falhas biológicas. Resultados: Durante o período de observação de 15 anos, no grupo de TRPs, 6 de cada 164 (3,6%) implantes falharam, e 19 de cada 233 dentes foram extraídos (9,2%), enquanto no grupo de FPs, 6 de cada 152 (3,9%) implantes falharam, e 23 de cada 221 (10,4%) dentes pilares foram extraídos. A diferença em falhas de implante e perda de dentes pilares entre os dois grupos foi considerada estatisticamente não significativa. Em ambos os grupos, regressões de Cox identificaram diferença significativa (p<0,05) para perda de osso inicial média, periodontite agressiva e tabagismo como fatores que contribuem para perda do dente e falhas de implante em geral. Conclusão: Em pacientes periodontalmente tratados, recusando terapias cirúrgicas de enxertamento de osso, reabilitados com próteses recuperáveis de arco completo retidas por telescópio, ambas suportadas pela conexão dentes-implantes, altas taxas de sobrevivência podem ser esperadas se a terapia periodontal regular de apoio tiver sido realizada.

PALAVRAS-CHAVE: Doença periodontal, implantes, conexão dente-implante, prótese telescópica, fixa

Reabilitação Protética da Maxila Posterior Atrófica, implantes dentários Curtos (≤6 mm) ou Longos (≥10 mm)? Uma Revisão Sistemática, Meta-análise e Análise Sequencial de Ensaio: Grupo A de Trabalho do Relatório do Consenso de Nápoles

AUTOR(ES): Andrea Ravidà, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência, I-Ching Wang, Cirurgião-Dentista, Gilberto Sammartino, Médico, Cirurgião-Dentista, Shayan Barootchi, Bacharel em Cirurgia Dentária, Mustafa Tattan, Bacharel em Cirurgia Dentária, Giuseppe Troiano, Cirurgião-Dentista, PhD, Luigi Laino, Cirurgião-Dentista, PhD, Gaetano Marenzi, Cirurgião-Dentista, PhD, Ugo Covani, Médico, Cirurgião-Dentista, Hom-Lay Wang, Cirurgiã-Dentista, Mestre em Ciência, PhD

RESUMO: Objetivo: Comparar os resultados clínicos e relatados pelos pacientes de implantes de ≤6 mm com os de implantes de ≥10 mm colocados após a elevação do assoalho da cavidade tanto lateral quanto através da crista. Materiais e Métodos: Usando-se PubMed (MEDLINE), EMBASE e Cochrane, foi realizada uma pesquisa da literatura em busca de ensaios randomizados controlados. Todas as variáveis dos resultados foram avaliadas através de uma meta-análise quantitativa, e a influência de outras covariáveis clínicas foi determinada com uma meta-regressão. Para os resultados de sobrevivência, foi realizada análise sequencial de ensaio (TSA) a fim de ajustar os resultados para erros tipo I e II e para analisar o poder da evidência disponível. Resultados: Após leitura do texto completo, 12 estudos foram incluídos nas análises. Nenhuma diferença estatisticamente significativa foi encontrada após 3 anos entre os dois grupos de estudo (p=0,36). Implantes curtos exibiram menos complicações biológicas (p=0,05), menos perda de osso marginal a partir da colocação do implante (p<0,01) e tempo cirúrgico e custo do tratamento reduzidos. Contudo, implantes longos exibiram um número menor estatisticamente significativo de complicações protéticas (p=0,03). A TSA confirmou os resultados da meta-análise, revelando que estudos adicionais são necessários devido ao baixo poder estatístico da evidência disponível. Conclusão: A colocação de implantes curtos é uma opção previsível ao tratar pacientes com atrofia maxilar com acompanhamento de até 3 anos. Estudos com um período observacional mais longo são necessários para estudar o desempenho de longo prazo desses implantes.

PALAVRAS-CHAVE: implante dentário, implante curto, reabilitação maxilar posterior

Comparação entre um template cirúrgico auxiliado por computador e o método das mãos livres: uma revisão sistemática e meta-análise

AUTOR(ES): Suya Chen, Bacharel em Cirurgia Dentária, Qianmin Ou, Bacharel em Cirurgia Dentária, Yan Wang, Cirurgiã-Dentista, PhD, Xuefeng Lin, Cirurgiã-Dentista, PhD

RESUMO: Antecedentes: Durante o planejamento do implante, os dentistas devem ser capazes de tomar uma decisão informada em relação ao uso de um template de implante para assistir a cirurgia. Objetivo: O objetivo desta meta-análise era avaliar os resultados do implante com ou sem um template de implante com base na precisão, taxa de sobrevivência e outras considerações. Materiais e Métodos: Em janeiro de 2018, uma revisão sistemática foi empreendida em busca de ensaios randomizados controlados e estudos de coorte retrospectivos e prospectivos com relevância quanto à precisão do implante e taxa de sobrevivência entre os métodos de template do implante e das mãos livres. As razões de possibilidades (O.R.) da taxa de sobrevivência e a diferença média do desvio de precisão dos artigos selecionados foram estimadas por meta-análise. Resultados: Dos 362 artigos submetidos a triagem, 6 estudos foram incluídos na meta-análise. A comparação da taxa de sobrevivência da cirurgia de implante com ou sem um template de implante não revelou resultado significativo (OR = 1,71, 95% CI, 0,65 a 4,51). Diferenças significativas na precisão foram observadas no desvio angular (diferença média = -5,45°, 95% CI, -0,66° a -4,24°) e apical (diferença média = -0,83mm, 95% CI, -1,12 a -0,54). Conclusões: Com a tecnologia do template cirúrgico auxiliado por computador, a colocação de implante pode ser mais exata do que a operação com as mãos livres. Nenhuma diferença significativa é observada na taxa de sobrevivência entre template ou mãos livres.

PALAVRAS-CHAVE: implante dentário, template do implante, implante com as mãos livres, precisão

Aumento do rebordo comparando um enxerto aloplástico mais lascas de osso autógeno com uma matriz de osso desmineralizado osteoindutor: um estudo clínico e histológico em humanos

AUTOR(ES): Abhishek Patel, Bacharel em Cirurgia Dentária, Mestre em Odontologia, Henry Greenwell, Doutor em Medicina Dentária, Mestre em Odontologia, Margaret Hill, Doutora em Medicina Dentária, Brian Shumway, Doutor em Medicina Dentária, Mestre em Ciência, Aaron Radmall, Doutor em Medicina Dentária

RESUMO: Objetivo: O objetivo primário deste ensaio clínico, cego, controlado e randomizado era comparar uma mistura de enxerto aloplástico particulado e partículas autógenas colhidas (Autógeno) com um enxerto aloplástico de matriz de osso desmineralizado de indução óssea (DBM) em resultados clínicos e histológicos para procedimento de aumento do rebordo horizontal. Materiais e Métodos: Catorze pacientes com um defeito no rebordo horizontal com pelo menos um dente adjacente entraram neste estudo. O grupo de teste de sete indivíduos recebeu enxerto aloplástico particulado corticoesponjoso (Mineross®) misturado a lascas de osso autógeno (70:30) colhidas usando-se um raspador de osso (SafeScraper TWIST). Sete indivíduos no grupo de controle receberam DBM (Optecure-CCC®). Ambos os grupos tinham um overlay de enxerto aploplástico particulado corticoesponjoso e uma membrana de derme acelular (ADMG) (AlloDerm GBR)® para cobrir os enxertos. Resultados: Para o grupo Autógeno houve um ganho de 3,5 ± 1,4 mm, enquanto o grupo DBM ganhou 3,8 ± 1,6 mm (p < 0,05). A alteração vertical foi mínima para ambos os grupos (p > 0,05). O grupo Autógeno teve uma média de 35% de osso vital, enquanto o DBM teve 39% (p > 0,05). Conclusões: Ambos os tratamentos proporcionaram ganho semelhante na largura do rebordo e perda mínima na altura do rebordo. As lascas de osso autógeno não proporcionaram nenhum benefício adicional quando comparadas com o enxerto aloplástico sozinho que não tinha verificado atividade de indução óssea.

PALAVRAS-CHAVE: enxerto de osso, desenvolvimento do local do implante, largura do rebordo, regeneração guiada do osso.

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