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doi: 10.1097/ID.0000000000000943
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Integração óssea de implantes dentários em pacientes de transplante de órgãos submetidos a terapia imunossupressora

AUTOR(ES): Rafał Radzewski, Médico, Cirurgião-Dentista, Krzysztof Osmola, Médico, Cirurgião-Dentista, PhD

RESUMO: Introdução: O impacto depressivo de medicamentos imunossupressores usados por pacientes após transplantes de órgãos é comumente conhecido e bem comprovado. O objetivo da pesquisa é a avaliação de resultados funcionais e estéticos do tratamento implantoprotético em pacientes sujeitos a tratamento imunossupressor em seguida a transplantes de órgãos. Materiais e Métodos: O estudo abarcou um grupo de 21 pacientes no decorrer da imunossupressão de manutenção após procedimentos de transplante nos quais um total de 24 implantes foi inserido. O grupo de controle abarcou 15 pessoas com 15 implantes colocados. O protocolo de pesquisa pressupôs substituir um único dente ausente por um implante de titânio. Após 4 meses, foi realizada uma reconstrução protética na forma de uma coroa única. Após 24 meses, foi tentada a avaliação preliminar dos resultados do tratamento. O parâmetro medido foi CBL (nível do osso da crista). A avaliação mecânica foi realizada medindo-se o torque indispensável para localizar o implante e por uma medição objetiva da estabilidade do implante. Resultados: O parâmetro básico medido da mediana do CBL no grupo experimental e no grupo de controle chegou a 0,325 mm (mín 0 - máx 0,95) e 0,5 mm (mín 0,15 - máx 1,8), respectivamente. A comparação das medianas do CBL revelou falta de diferenças significativas entre o grupo experimental e o grupo de controle (p = 0,089). Conclusões: Pacientes com transplantes de órgãos podem se submeter a tratamento de implante dentário com segurança e eficácia.

PALAVRAS-CHAVE: nível do osso da crista, transplante de órgãos sólidos, implante endósseo, imunossupressão

A técnica de perfuração para preparação do local do implante aumenta o sucesso do implante em osso de baixa densidade? Uma Revisão Sistemática

AUTOR(ES): Khalid E El-Kholey, Aamna Elkomy

RESUMO: Objetivo: O objetivo desta revisão sistemática era investigar a possível associação entre a técnica de perfuração e a integração e sobrevivência adequadas do implante em áreas com osso de baixa densidade. Materiais e Métodos: Uma pesquisa eletrônica usando-se a base de dados Medline/PubMed foi realizada incluindo estudos publicados até abril de 2018. Foram incluídos estudos com animais e clínicos que avaliaram a associação entre a técnica de perfuração e a integração e sobrevivência adequadas do implante em osso de baixa densidade. Resultados: 15 estudos preencheram os critérios de inclusão, incluindo 7 experimentais e 8 clínicos. Perfurações subdimensionadas, com osteótomo, com Piezocirurgia e com densificação óssea foram as quatro técnicas encontradas na literatura para realçar a integração óssea de implantes em osso de baixa densidade. Devido à variação metodológica, não foi realizada meta-análise. Os quatro protocolos de perfuração foram eficazes em aumentar a estabilidade primária, mas o resultado de longo prazo é comparável com o do protocolo de perfuração cirúrgico convencional. Conclusões: Há evidências sugerindo que quaisquer técnicas cirúrgicas mencionadas anteriormente poderiam realçar a integração óssea e a sobrevivência bem-sucedidas dos implantes colocados em osso de baixa densidade.

PALAVRAS-CHAVE: maxila posterior, integração óssea, protocolo de perfuração do implante, sobrevivência do implante, osso de baixa densidade

Preservação do rebordo alveolar usando matriz de dentes desmineralizados e fibrina rica em plaquetas versus fibrina rica em plaquetas apenas: um ensaio clínico controlado randomizado de boca fendida

AUTOR(ES): Warisara Ouyyamwongs, Cirurgiã-Dentista, Mestre em Ciência, Narit Leepong, Cirurgiã-Dentista, Srisurang Suttapreyasri, Cirurigã-Dentista, PhD

RESUMO: Objetivo: Avaliar o potencial de uso de matrizes de dentes desmineralizados (aDTM) em combinação com membrana (aDTM/PRFP) de fibrina rica em plaquetas (PRF) ou membrana de PRF apenas (controle) para preservar a dimensão do rebordo e facilitar a cura do osso após extração do dente. Materiais e Métodos: Quarenta alvéolos pré-molares foram atribuídos ao grupo aDTM/PRF ou grupo de controle. Alterações no rebordo horizontal e vertical foram avaliadas no início e após 2, 4, 6 e 8 semanas usando-se radiografias periapicais baseadas em moldes. Resultados: A aDTM foi bem tolerada em todos os locais sem incidências de complicação pós-operatória. A alteração na largura do rebordo horizontal foi significativamente maior no grupo de controle em comparação com o aDTM/PRF. A reabsorção geral de osso vertical marginal no local mesial, distal e central no grupo aDTM/PRF não foi significativamente diferente da do grupo de controle. Durante as primeiras 6 semanas, a densidade de cura do osso no grupo aDTM/PRF foi significativamente mais alta do que no grupo de controle, para então convergir na semana 8. Conclusão: A aplicação de matrizes de dentes desmineralizados autólogos (aDTM) com membrana de fibrina rica em plaquetas (PRF) é útil para a preservação do rebordo, reduzindo o colapso do rebordo horizontal e promovendo a cura do osso, conforme mostrado clínica e radiograficamente.

PALAVRAS-CHAVE: Dente autógeno, material de enxerto de osso, dimensão do alvéolo

Fatores de Crescimento Concentrados regulam a disfunção osteogênica de células MC3T3-E1 induzida por alta glicose através do percurso de sinalização PI3K/Akt

AUTOR(ES): Kai Dong, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência, Pengjie Hao, Cirurgião-Dentista, PhD, Wenjuan Zhou, Cirurgião-Dentista, PhD, Zhonghao Liu, Cirurgião-Dentista, PhD

RESUMO: Introdução: O objetivo deste estudo é investigar os efeitos do Extrato de Fatores de Crescimento Concentrados (CGF-e) sobre a proliferação e diferenciação osteogênica de células MC3T3-E1 sob condição de alta glicose. Materiais e Métodos: Células MC3T3-E1 foram divididas em 4 grupos, incluindo grupo de glicose normal (5,5mM) (controle), grupo de alta glicose (25,5mM), grupo de glicose normal + CGF-e, e grupo de alta glicose + CGF-e. A proliferação, diferenciação osteogênica e mineralização de osteoblastos foram avaliadas respectivamente pelo ensaio 3-(4,5-dimetiltiazol-2-yl)-2,5-brometo de difenil tetrazólio (MTT), análise de citoesqueleto, ensaio de atividade de fosfatase alcalina (ALP), coloração vermelho de alizarina e reação em cadeia de polimerase em tempo real. Análise de western blots foi usada para explorar o papel do percurso PI3K/Akt. Resultados: A viabilidade, diferenciação osteogênica e mineralização de células MC3T3-E1 foram aumentadas significativamente pela alta glicose. Toda a disfunção osteogênica observada foi inibida pelo CGF-e. Além disso, a percurso PI3K/Akt foi ativado pelo CGF-e. Conclusões: Concluiu-se que os fatores solúveis liberados pelos Fatores de Crescimento Concentrados (CGF) poderiam atenuar significativamente a disfunção osteogênica de células MC3TC-E1 mediadas por alta glicose através do percurso PI3K/Akt.

PALAVRAS-CHAVE: CGF, Osteoblastos, Hiperglicemia, Integração óssea

Resultados radiológicos e histomorfométricos do enxerto de osso homólogo em locais de implante pós-extração. Uma análise prospectiva de 6 anos

AUTOR(ES): Domenico Baldi, Médico, Paolo Pesce, Cirurgião-Dentista, PhD, Bruno Musante, Cirurgião-Dentista, PhD, Francesco Pera, Cirurgião-Dentista, PhD, Ezio Fulcheri, Médico, Filomena Romano, Médica, Maria Menini, Cirurgiã-Dentista, PhD

RESUMO: Objetivos: O objetivo era investigar a eficácia in vivo de um osso esponjoso com enxerto aloplástico particulado de locais atróficos pós-extração. Material e Métodos: 10 pacientes foram selecionados e, após uma extração minimamente invasiva dos dentes (T0), foi realizada uma tomografia computadorizada de feixe cônico (T1). Sete dias após a extração, foi inserido enxerto homólogo particulado esponjoso Puros® nos locais selecionados junto com uma membrana (T2). Após 4 meses, foi realizada uma tomografia computadorizada de feixe cônico dos locais (T3). Após 5 meses, amostras dos locais regenerados foram tomadas contextualmente para inserção do implante (T4). As amostras foram analisadas histológica e histomorfometricamente. Radiografias periapicais intraorais foram realizadas em T4 e na consulta de acompanhamento após 6 anos (T5). Resultados: O aumento médio do osso vertical foi de 4,1 mm na mandíbula inferior e de 3,35 mm na maxila na consulta em T3. O aumento médio do osso horizontal na mandíbula inferior foi de 2,02 mm e 2,15 mm na maxila. Em T4 o osso médio total foi 60,01% e o osso maduro foi 98,41. Na visita de acompanhamento após 6 anos, a reabsorção do osso de peri-implante foi de 0,14 mm (intervalo de 0-0,5 mm). Conclusões: O osso esponjoso com enxerto aloplástico particulado exibiu excelente comportamento de regeneração do osso tanto em termos de quantidade quanto de qualidade, e resultados estáveis num período de 6 anos. Relevância Clínica: Osso esponjoso com enxerto aploplástico pode ser usado com sucesso para regenerar locais atróficos.

PALAVRAS-CHAVE: regeneração do osso, implantes dentários, puros

Testes térmicos de implantes de titânio e do tecido ex-vivo circundante irradiado com 9,3um de laser CO2

AUTOR(ES): Scott H. Froum, Cirurgião-Dentista, Roni-Cantor-Balan, Mestre em Ciência, Charles Kerbage, PhD, Stuart J. Froum, Cirurgião-Dentista

RESUMO: Objetivo: Medir o aumento da temperatura e o dano à superfície de implantes dentários de titânio e do tecido circundante numa mandíbula de porco durante irradiação a laser com 9,3um de dióxido de carbono (CO2) em diversas durações de tempo. Materiais e Métodos: Testes de análise térmica foram realizados em 12 implantes com a mesma superfície. 12 implantes montados sozinhos ou em mandíbulas de porco foram irradiados a laser com 9,3-micron de laser CO2 usando 3 configurações de energia diferentes. A temperatura do corpo do implante e dos tecidos proximais foi medida com um Termopar Tipo J após ser irradiado a laser com 3 configurações de energia diferentes para 30s, 60s e 2 minutos. Imagens de microscopia de varredura de elétrons e de microscopia digital também foram tiradas de todos os implantes antes e depois de a irradiação a laser detectar a presença ou ausência de dano à superfície. Resultados: A análise da temperatura mostrou que em todos os casos as temperaturas do implante e do tecido proximal permaneceram em torno das temperaturas do início do implante e dos tecidos, com flutuações de +/− 3 graus Celsius, mas nunca alcançaram o limiar superior de 44 graus Celsius, temperatura na qual a lesão térmica ao osso tem sido relatada. Imagens de microscopia digital e de varredura de elétrons que foram tiradas dos implantes mostraram uma ausência de dano à superfície na velocidade de corte de 20% (7W). Contudo, velocidades de corte de 30-100% (1,0-4,2W) realmente causaram dano à superfície. Conclusões: A irradiação a laser de superfícies de implante de titânio usando 9,31-micron de laser de dióxido de carbono com uma energia média de 0,7 watts não exibiu nenhum aumento na temperatura térmica do corpo do implante e nas temperaturas do tecido, bem como nenhuma evidência de dano à superfície do implante.

PALAVRAS-CHAVE: Desintoxicação do implante, Complicação do implante, descontaminação a laser, Testes térmicos de implantes, peri-implantite de peri-implante

Sinusite Maxilar Associada a Peri-Implantite em Locais Aumentados do Assoalho da Cavidade: Série de Casos

AUTOR(ES): Won-Bae Park, Doutor em Medicina Dentária, PhD, Ji-Young Han, Doutor em Medicina Dentária, PhD, Se-Lim Oh, Doutor em Medicina Dentária, Mestre em Ciência

RESUMO: Objetivo: O objetivo desta série de casos era investigar resultados de tratamento de sinusite maxilar associada a peri-implantite em locais aumentados do assoalho da cavidade para um acompanhamento de três anos. Materiais e Métodos: Dezoito implantes em oito pacientes com sinusite maxilar associada a peri-implantite foram revisados. Quatro pacientes foram tratados com remoção do implante e antibióticos, e quatro pacientes foram tratados com remoção do implante, a operação Caldwell-Luc modificada e antibióticos. Sete pacientes, que tinham sete implantes sobrevividos, foram acompanhados até 3 anos após o tratamento. As características entre implantes fracassados e sobrevividos foram comparadas. Parâmetros radiográficos de implantes sobrevividos foram analisados usando o teste Friedman. Resultados: Onze implantes fracassados de oito pacientes exibiram aproximadamente 10 mm de profundidades dos alvéolos e mobilidade no diagnóstico. Sete implantes sobrevividos de sete pacientes não exibiram alterações significativas na perda de osso da crista no lado facial durante 3 anos em seguida aos tratamentos. A espessura mucosal da cavidade foi reduzida significativamente durante o acompanhamento de 3 anos após os tratamentos. Conclusão: A progressão da peri-implantite em locais aumentados do assoalho da cavidade pode levar à sinusite maxilar. Para confirmar a eficácia das abordagens intraorais, tal como a operação Caldwell-Luc modificada, devem ser realizados estudos clínicos sistemáticos com um grande tamanho de amostra e um acompanhamento de longo prazo.

PALAVRAS-CHAVE: implante dentário, fracasso do implante, espessura mucosal da cavidade

Fatores clínicos e respostas celulares de células estromais mesenquimais derivadas de osso alveolar in situ associados a perda precoce de osso marginal de peri-implante: um estudo piloto de coorte prospectivo

AUTOR(ES): Dong-Jun Kim, Cirurgião-Dentista, Seul-Ki Kim, Bacharel em Ciência, Jae-Kook Cha, Cirurgião-Dentista, Mestre em Odontologia, PhD, Jung-Seok Lee, Cirurgião-Dentista, Mestre em Odontologia, PhD, Chang-Sung Kim, Cirurgião-Dentista, Mestre em Odontologia, PhD

RESUMO: Objetivo: Investigar fatores clínicos e respostas celulares de células estromais mesenquimais derivadas de osso alveolar in situ na perda precoce de osso marginal de peri-implante. Materiais e Métodos: 37 pacientes completa ou parcialmente desdentados foram incluídos neste estudo. Radiografias periapicais foram tiradas no momento da cirurgia de implante, no acompanhamento após 3 meses e no acompanhamento após 1 ano. Análise univariada e regressão logística múltipla foram realizadas para investigar as associações entre perda do osso marginal e variáveis de estudo. Os níveis de expressão de mRNA de 21 genes de remodelagem do osso e associados à cura do tecido foram analisados por subgrupo. Resultados: Foram acompanhados 31 pacientes com 98 implantes. A incidência e quantidade média de perda de osso foram mais altas para sobredentaduras do que para outras próteses, e mais alta para a maxila do que para a mandíbula. O grupo da perda de osso exibiu níveis de expressão de mRNA mais baixos de fator-2 de transcrição relacionado a atraso de crescimento, proteína-2 morfogenética do osso e receptor gama-2 ativado por proliferador de peroxissoma e ativador-receptor mais alto da razão NKκB ligante/osteoprotegerina. Conclusão: Dentro das limitações do estudo, certos genes envolvidos na remodelagem do osso (fator-2 (Runx-2) de transcrição relacionado a atraso de crescimento, proteína-2 (BMP-2) morfogenética do osso e receptor gama-2 (PPARγ-2)) ativado por proliferador de peroxissoma e receptor-ativador da razão NKκB ligante/osteoprotegerina (RANKL/OPG) estão correlacionados com perda precoce do osso de peri-implante, com o tipo de superestrutura e a mandíbula envolvida sendo fatores clínicos significativos.

PALAVRAS-CHAVE: Perda inicial de osso, pesquisa clínica, regressão logística, expressão de mRNA

Efeito do tipo conexão implante-suporte sobre o osso em torno de implantes dentários em observação de longo prazo: cone interno vs. hexágono interno

AUTOR(ES): Adam Szyszkowski, Médico, Doutor em Medicina Dentária, Marcin Kozakiewicz, Doutor em Medicina Dentária

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste artigo era avaliar a influência do tipo de conexão implante-suporte ao nível do osso em torno de implantes dentários em observação de longo prazo e a taxa de sobrevivência para os diferentes tipos de conexões implante-suporte. Materiais e Métodos: Dois grupos de implantes feitos de liga de titânio grau 23 e com superfície SLA foram incluídos no estudo: 1. O grupo de conexão implante-suporte de hexágono interno (480 implantes dentários SPI, AlphaBIO Tec, Petach Tikwa, Israel, 184 pacientes), e 2. O grupo de conexão implante-suporte de cone interno (60 implantes dentários C1, MIS Implant Technologies, Shlomi, Israel, 34 pacientes). Certos critérios de inclusão e exclusão foram aplicados. A perda de osso marginal (MBL) em torno dos implantes dentários foi medida em radiografias intraorais tiradas com técnica paralela com um suporte de filme e índice de registro de mordida. Raios X foram realizados no momento do carregamento funcional e 12, 24, 36 e 60 meses após o carregamento. A análise digital foi conduzida usando o software de computador Dental Studio 2.0. Resultados: A MBL média foi significativamente mais baixa na conexão cônica em comparação com o grupo de hexágono interno- 0,68 ± 0,59 mm vs. 0,99 ± 0,89 mm (12 meses), 0,78 ± 0,80 mm vs. 1,12 ± 1,00 mm (24 meses), 0,83 ± 0,87 mm vs. 1,22 ± 1,03 mm (36 meses) e 0,96 ± 1,02 mm vs. 1,30 ± 1,15 mm (60 meses após o carregamento). Ambos os grupos de implantes alcançaram uma taxa de sobrevivência de 100%. Conclusão: A conexão de cone interno reduziu a reabsorção do osso em comparação com o hexágono interno. Ambos os grupos de implantes tiveram uma taxa de sobrevivência de 100%.

PALAVRAS-CHAVE: Perda de Osso Marginal; Implantes Dentários, Radiografia Dentária Digital

Efeito de Cinco Métodos de Desinfecção Populares sobre Microflora de Laboratório: Suportes de Implante Personalizados

AUTOR(ES): Ali Homayouni, Cirurgião-Dentista, Abbas Bahador, PhD, Mohammad Moharrami, Cirurgião-Dentista, Maryam Pourhajibagher, PhD, Amir Alireza Rasouli-Ghahroudi, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência, Marzieh Alikhasi, Cirurgião-Dentista, Mestre em Ciência

RESUMO: Objetivo: Comparar a eficácia de 5 diferentes métodos de descontaminação de suportes de titânio e avaliar seus possíveis efeitos sobre a aspereza da superfície de titânio. Materiais e Métodos:M. luteus, A. baumannii, E. faecalis e C. albicans foram cultivados em conjunto para formar um biofilme multiespécie em 18 discos de titânio. Em outro grupo B. subtilis, uma espécie formadora de esporos foi cultivada em outro conjunto de 18 discos de titânio. Cada grupo foi ainda dividido em 5 grupos de teste: limpeza a vapor de alta pressão (4Mpa, 5seg), NaOCl (1% de cloro ativo, 5min), H2O2 (3%, 5min), laser GaAlAs (810nm, CW, 1W, fibra de 400μm, 1mm de distância, 1min), laser Er:YAG (2940nm, modo pulso, 100 mJ, 10Hz, 230μm peça de mão sem contato, 4mm de distância, 50/50 % de ar/água, 1min) e um grupo de controle sem tratamento. Após cada procedimento de descontaminação, permaneceu uma carga microbiana relatada como CFU/disco. Para avaliar o efeito de cada tratamento sobre discos de titânio, parâmetros de aspereza da superfície, incluindo Sa, Sq, Ssk, Sku, Sal e Sdr foram medidos em 6 pontos de cada disco por AFM. Resultados: Desinfecção completa foi alcançada por vapor de alta pressão, NaOCl, H2O2 e laser Er:YAG. Laser GaAlAs foi capaz de reduzir a contagem microbiana acima de 90%. Parâmetros Sa e Sq foram apenas aumentados significativamente no grupo de NaOCl diluído em comparação com o grupo de controle, enquanto Sdr foi aumentado significativamente em ambos os grupos de NaOCl absoluto e diluído. Conclusão: Todos os métodos poderiam descontaminar superfícies de titânio usinadas, embora a eliminação microbiana completa não tenha sido alcançada pelo laser diodo. Nenhum dos tratamentos alterou a aspereza da superfície significativamente, exceto o hipoclorito de sódio (NaOCl).

PALAVRAS-CHAVE: Peri-implantite, aspereza, laser

Dentadura parcial fixa dento-implante suportada: uma visão geral abrangente de revisões sistemáticas

AUTOR(ES): Miriam Ting, Doutora em Medicina Dentária, Cirurgiã-Dentista, Mestre em Ciência, Robert J. Faulkner, Doutor em Medicina Dentária, MA, David P. Donatelli, Cirurgião-Dentista, Jon B. Suzuki, Cirurgião-Dentista, PhD, MBA

RESUMO: Objetivos: Próteses dento-implante conectadas têm sido descritas como uma opção de tratamento possível para pacientes com situações desdentadas de longo tempo não conducentes à colocação de um número adequado de implantes de apoio. Nesta visão geral abrangente de revisões sistemáticas, a incidência de complicações e as taxas de sobrevivência de longo prazo de dentaduras parciais fixas dento-implante suportadas (FPDs) foram avaliadas para determinar se é um tratamento viável. Materiais e Métodos: Uma pesquisa sistemática em 5 bases de dados eletrônicas foi conduzida em busca de revisões sistemáticas e meta-análises de dentaduras parciais fixas dento-implante suportadas até janeiro de 2017. Os artigos foram classificados como AMSTAR para qualidade metodológica, e artigos de baixa qualidade foram eliminados. Resultados: A pesquisa inicial rendeu 369 revisões em PUBMED, 248 em Web of Science, 49 em EMBASE, 63 em Cochrane Library e 27 em Google Scholar. Após a remoção de duplicatas e análise de texto completo, 5 foram selecionadas para a visão geral. Conclusões: Dentro das limitações desta visão geral, concluiu-se que: (1) as taxas de sobrevivência de 10 anos para dentaduras parciais fixas dento-implante (FPDs) foram mais baixas do que as taxas de sobrevivência de 5 anos, (2) a sobrevivência de FPDs dento-implante foi mais baixa do que o dente ou implante do suporte individual que o suportava, (3) as complicações biológicas e técnicas foram maiores aos 10 anos em comparação com 5 anos, e (4) a intrusão dos dentes do suporte foi maior nos FPDs de conexão não rígida do que nos FPDs de conexão rígida. Portanto, FPDs dento-implante são uma opção viável; mas devem ser consideradas secundárias a outras opções disponíveis com taxas de sobrevivência de longo prazo mais altas e complicações mais baixas.

PALAVRAS-CHAVE: Implante dentário, esplintagem, suporte, prótese dentária fixa

Reconstrução e Reabilitação Suportada por Implante de um Defeito Maxilar Alveolar Causado Iatrogenicamente

AUTOR(ES): Hakan Hifzi Tüz, Cirurgião-Dentista, PhD, Onur Koç, Cirurgião-Dentista, PhD, Salih Eren Meral, Cirurgião-Dentista, Azime Sibel El, Cirurgião-Dentista, PhD

RESUMO: Defeitos da região oral e maxilofacial podem surgir de várias razões como trauma, infecção, cisto, tumor, MRONJ e abuso de alguns agentes irritantes. Para reconstrução, enxertos autógenos permanecem o padrão ouro entre as alternativas. Em nosso caso, uma mulher de 42 anos procurou nossa clínica para reabilitação do rebordo fixo suportado por implante de sua região desdentada e defeituosa do 2º pré-molar e 1º molar esquerdos. Em exames, foi observado um grande defeito dependente de agente desvitalizante. A técnica de enxertamento da crista ilíaca anterior foi preferida para a reconstrução. A cura do osso por 16 semanas consecutivas e períodos de integração óssea do implante de 3 meses ocorreram sem complicações. Após a fabricação do rebordo fixo suportado por implante, o paciente foi acompanhado por 2,5 anos sem sinais de reabsorção de osso, inflamação gengival e dor. Enxertamento da crista ilíaca anterior e rebordos fixos suportados por implante parecem métodos estáveis e satisfatórios para defeitos maxilofaciais grandes.

PALAVRAS-CHAVE: Infiltração desvitalizante, ilíaco, implante

Aumento da cavidade maxilar utilizando pressão hidráulica por abordagem lateral e colocação simultânea do implante: estudo clínico-radiográfico

AUTOR(ES): Shilpy Bhandari, Bacharel em Cirurgia Dentária, Raison Thomas, Mestre em Cirurgia Dentária, Tarun Kumar Mestre em Cirurgia Dentária, Rucha Shah, Mestre em Cirurgia Dentária, Dhoom Singh Mehta, Mestre em Cirurgia Dentária

RESUMO: O objetivo do presente estudo era avaliar clínica e radiograficamente a eficácia do aumento da cavidade maxilar usando pressão hidráulica numa abordagem lateral com colocação imediata do implante. Num total de 10 pacientes com menos de 4-6 mm de altura do osso subantral, o procedimento de elevação da membrana da cavidade da abordagem lateral foi realizado utilizando pressão hidráulica com a ajuda de um kit especializado de elevação de água seguido por um enxertamento e colocação simultânea do implante. Foi usada análise de CBCT para avaliar a alteração na altura do osso subantral do início até os 6 meses do pós-operatório. Radiograficamente, a altura do osso subantral aumentou de 3,86 ± 1,423 mm no início para 15,49 ± 2,73 mm aos 6 meses do pós-operatório, com um ganho de 11,63 + 2,63 mm (p < 0,001). Assim, concluiu-se que a pressão hidráulica pode ser usada com eficiência em procedimentos de aumento da cavidade lateral junto a colocação simultânea do implante.

PALAVRAS-CHAVE: Enxerto aloplástico, CBCT, colocação imediata do implante, elevação direta da cavidade, sistema de elevação de água

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